domingo, 20 de novembro de 2016


DIA 19 DE NOVEMBRO, DIA DA NOSSA BANDEIRA

Vamos exaltar as qualidades do povo brasileiro através da nossa Bandeira! Temos que ter orgulho de nosso país. As mudanças acontecem para que possamos melhorar, aprender e evoluir! Esse símbolo sempre nos dá muito orgulho, por isso ela foi criada.

sábado, 19 de março de 2016


HINO NACIONAL BRASILEIRO
Compositor: Poema: Joaquim Osório Duque Estrada / Música: Francisco Manoel da Silva

OUVIRAM DO IPIRANGA AS MARGENS PLÁCIDAS
DE UM POVO HEROICO O BRADO RETUMBANTE
E O SOL DA LIBERDADE, EM RAIOS FÚLGIDOS
BRILHOU NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE

SE O PENHOR DESSA IGUALDADE
CONSEGUIMOS CONQUISTAR COM BRAÇO FORTE
EM TEU SEIO, Ó LIBERDADE
DESAFIA O NOSSO PEITO A PRÓPRIA MORTE!

Ó PÁTRIA AMADA
IDOLATRADA
SALVE! SALVE!

BRASIL, UM SONHO INTENSO, UM RAIO VÍVIDO
DE AMOR E DE ESPERANÇA À TERRA DESCE
SE EM TEU FORMOSO CÉU, RISONHO E LÍMPIDO
A IMAGEM DO CRUZEIRO RESPLANDECE

GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA
ÉS BELO, ÉS FORTE, IMPÁVIDO COLOSSO
E O TEU FUTURO ESPELHA ESSA GRANDEZA

TERRA ADORADA
ENTRE OUTRAS MIL
ÉS TU, BRASIL
Ó PÁTRIA AMADA!
DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL
PÁTRIA AMADA
BRASIL!

DEITADO ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLÊNDIDO
AO SOM DO MAR E À LUZ DO CÉU PROFUNDO
FULGURAS, Ó BRASIL, FLORÃO DA AMÉRICA
ILUMINADO AO SOL DO NOVO MUNDO!

DO QUE A TERRA MAIS GARRIDA
TEUS RISONHOS, LINDOS CAMPOS TÊM MAIS FLORES
"NOSSOS BOSQUES TÊM MAIS VIDA"
"NOSSA VIDA" NO TEU SEIO "MAIS AMORES"

Ó PÁTRIA AMADA
IDOLATRADA
SALVE! SALVE!

BRASIL, DE AMOR ETERNO SEJA SÍMBOLO
O LÁBARO QUE OSTENTAS ESTRELADO
E DIGA O VERDE-LOURO DESSA FLÂMULA
PAZ NO FUTURO E GLÓRIA NO PASSADO

MAS, SE ERGUES DA JUSTIÇA A CLAVA FORTE
VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA
NEM TEME, QUEM TE ADORA, A PRÓPRIA MORTE

TERRA ADORADA
ENTRE OUTRAS MIL
ÉS TU, BRASIL
Ó PÁTRIA AMADA!

DOS FILHOS DESTE SOLO ÉS MÃE GENTIL
PÁTRIA AMADA
BRASIL!

Hino da Independência
Compositor: Evaristo da Veiga/ Pedro I

JÁ PODEIS, DA PÁTRIA FILHOS,
VER CONTENTE A MÃE GENTIL;
JÁ RAIOU A LIBERDADE
NO HORIZONTE DO BRASIL.

BRAVA GENTE BRASILEIRA!
                         LONGE VÁ... TEMOR SERVIL:        (refrão)
OU FICAR A PÁTRIA LIVRE
OU MORRER PELO BRASIL.

OS GRILHÕES QUE NOS FORJAVA
DA PERFÍDIA ASTUTO ARDIL...
HOUVE MÃO MAIS PODEROSA:
ZOMBOU DELES O BRASIL.

(repete)

NÃO TEMAIS ÍMPIAS FALANGES,
QUE APRESENTAM FACE HOSTIL;
VOSSOS PEITOS, VOSSOS BRAÇOS
SÃO MURALHAS DO BRASIL.

(repete)

PARABÉNS, Ó BRASILEIRO,
JÁ, COM GARBO VARONIL,
DO UNIVERSO ENTRE AS NAÇÕES
RESPLANDECE A DO BRASIL.

BRAVA GENTE BRASILEIRA!
LONGE VÁ... TEMOR SERVIL:
OU FICAR A PÁTRIA LIVRE
OU MORRER PELO BRASIL.

quinta-feira, 17 de março de 2016

 
    O país vive hoje em 2016,  uma nova  transição histórica. Devemos lembrar sempre uma coisa, que    as mudanças são apenas para os brasileiros idôneos e que realmente não pensam em si, mas sim no      bem estar de toda uma nação.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014



MOMENTO DE REFLEXÃO

A HISTÓRIA DO LÁPIS

           O MENINO OLHAVA A AVÓ ESCREVENDO UMA CARTA. A CERTA ALTURA, PERGUNTOU: VOCÊ ESTÁ ESCREVENDO UMA HISTÓRIA QUE ACONTECEU CONOSCO? E POR ACASO, É UMA HISTÓRIA SOBRE MIM?
A AVÓ PAROU DE ESCREVER A CARTA, SORRIU E COMENTOU COM O NETO:
 - ESTOU ESCREVENDO SOBRE VOCÊ, É VERDADE. ENTRETANTO, MAIS IMPORTANTE DO QUE AS PALAVRAS, É O LÁPIS QUE ESTOU USANDO.
- GOSTARIA QUE VOCÊ FOSSE COMO ELE, QUANDO CRESCESSE.
- O MENINO OLHOU PARA O LÁPIS, INTRIGADO, E NÃO VIU NADA DE ESPECIAL.
- MAS ELE É IGUAL A TODOS OS LÁPIS QUE VI EM MINHA VIDA!
                 A AVÓ, SÁBIA, LHE RESPONDE:
- TUDO DEPENDE DO MODO COMO VOCÊ OLHA AS COISAS.
- HÁ CINCO QUALIDADES NELE QUE, SE VOCÊ CONSEGUIR MANTÊ-LAS, SERÁ SEMPRE UMA PESSOA EM PA COM O MUNDO.

PRIMEIRA QUALIDADE: VOCÊ PODE FAZER GRANDES COISAS, ,AS NÃO DEVE ESQUECER NUNCA QUE EXISTE UMA MÃO QUE GUAI SEUS PASSO. ETA MÃO NÓS CHAMAMOS DE DEUS, E ELE DEVE SEMPRE CONDUZI-LO EM DIREÇÃO À SUA VONTADE.

SEGUNDA QUALIDADE: DE VEZ EM QUANDO EU PRECISO PARAR O QUE ESTOU ESCREVENDO, E USAR O APONTADOR. ISSO FAZ COM QUE O LÁPIS
SOFRA UM POUCO, MAS NO FINAL, ELE ESTÁ MAIS AFIADO. "PORTANTO, SAIBA SUPORTAR ALGUMAS DORES, PORQUE ELAS O FARÃO SER UMA PESSOA MELHOR".

TERCEIRA QUALIDADE: O LÁPIS SEMPRE PERMITE QUE USEMOS UMA BORRACHA PARA APAGAR AQUILO QUE ESTAVA ERRADO.
" CORRIGIR UMA COISA QUE FIZEMOS NÃO É NECESSARIAMENTE ALGO MAU, MAS ALGO IMPORTANTE PARA NOS MANTER NO CAMINHO DA JUSTIÇA".

QUARTA QUALIDADE: O QUE REALMENTE IMPORTA NO LÁPIS NÃO É A MADEIRA OU SUA FORMA EXTERIOR, MAS O GRAFITE QUE ESTÁ DENTRO. " PORTANTO, SEMPRE CUIDE DAQUILO QUE ACONTECE DENTRO DE VOCÊ".

FINALMENTE, A "QUINTA QUALIDADE" DO LÁPIS: ELE SEMPRE DEIXA UMA MARCA. DA MESMA MANEIRA, SAIBA QUE TUDO QUE VOCÊ FIZER NA VIDA, IRÁ DEIXAR TRAÇOS, E PROCURE SER CONSCIENTE DE CADA AÇÃO. 



    
 
                



quarta-feira, 28 de maio de 2014

CONFLITOS URBANOS DURANTE A VELHA REPÚBLICA: 





REVOLTA DA CHIBATA:



Eclodiu em 1910, na cidade do Rio de Janeiro, um movimento de uma parte dos militares da marinha, que ficou conhecido como A REVOLTA DA CHIBATA. Recebeu esse nome porque os marinheiros que fossem acusados  de faltas graves recebiam 25 chibatadas como punição. A situação que levou alguns marinheiros a se rebelar foi quando Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas, por ter ferido um colega da Marinha, dentro do encouraçado Minas Gerais. O navio de guerra estava indo para o Rio de Janeiro e a punição, que ocorreu na presença dos outros marinheiros, desencadeou a revolta.

Os marinheiros rebelados exigiam o fim dos castigos físicos, o aumento do soldo e o fim do preconceito contra marinheiros negros, os quais nunca alcançavam altas patentes, muitas vezes perdendo as promoções, menos competentes, mas escolhidos por serem brancos. 

Os líderes do movimento foram João Cândido Felisberto (apelidado de Almirante Negro), Gregório Nascimento, Francisco Dias Martins, Ricardo Freitas e André Avelino.
Ocorrida no ano de 1910, esta revolta foi sufocada pelas tropas do governo quando ameaçaram bombardear a cidade do Rio de Janeiro se não fossem atendidos. Os participantes foram presos, e depois de 18 meses de prisão foram anistiados. O movimento conseguiu por fim aos castigos físicos.    

domingo, 26 de janeiro de 2014

2014 - O BRASIL VAI MUDAR? ESTÁ MUDANDO?

Dizem que a história se repete, mas segundo a historiografia ela segue num paralelo e não repetidamente, porque a sociedade não é a mesma, ela evolui, assim com cada personagem que surge no mundo. Enfim, 2014 tem que ser um novo momento, uma nova HISTÓRIA. 


sábado, 20 de abril de 2013










A INCONFIDÊNCIA MINEIRA - 1789


               Com o declínio da produção aurífera nas Minas Gerais e a pressão metropolitana no sentido de arrecadar por ano as cem arrobas de ouro devidas ao rei, a situação dos donos de minas ficou difícil. A decretação da derrama ( cobrança feita com violência, com fiscais invadindo as casas à procura de ouro) deixou a população revoltada com o governo e, no entender dos inconfidentes, criava o 'contexto' favorável a uma rebelião.

               O movimento mineiro foi organizado por pessoas da elite, muitas das quais haviam estudado na Europa, onde tiveram contato com as idéias liberais (filósofos do iluminismo) que defendiam a independência das áreas colonizadas. Havia membros do clero, militares da alta patente, donos de minas e comerciantes de minérios. Entre eles, muitos tinham grandes dívidas com o fisco metropolitano.


              Nos meses de 1788, os inconfidentes começaram a planejar a ação. Do grupo, faziam parte os poetas Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa e José Alvarenga Peixoto; os clérigos José da Silva de Oliveira Rolim, Carlos Correia de Toledoe Luís Vieira da Silva; o tenente-coronel Francisco de Paula Freire de Andrade e o alferes Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes. Participavam também Domingos de Abreu Vieira, Joaquim Silvério dos Reis e João Rodrigues de Macedo, que delataram a conspiração em troca do perdão de suas dívidas fiscais.


                   O movimento era emancipacionista e pretendia fazer de Minas Gerais e do Rio de Janeiro um novo país; a independência dos Estados Unidos foi sua mais importante influência ideológica. Os inconfidentes foram julgados por crime lesa-majestade. Para os emancipacionistas da elite, o castigo foi o degredo na África, e dos participantes de menor prestígio social era Tiradentes, sobre quem recaiu a culpa de organizar a rebelião cooptar os demais membros. Segundo historiadores, o alferes não assumiu toda a culpa, todavia, é certo que apenas ele foi condenado. A execução de Tiradentes serviu como um exemplo para desanimar pessoas ou grupos  que eventualmente estivessem planejando lesar a Coroa.      



segunda-feira, 15 de abril de 2013





GUERRA DA CORÉIA (1950-1953)


               Em 1948, a Coréia ---- um antigo domínio japonês ---- foi dividida entre os EUA e a URSS. O paralelo 38º Norte dividia a República da Coréia (capitalista, ao sul) e a República Popular Democrática da Coréia (comunista, ao norte). A divisão forçada não foi aceita por nenhum dos dois lados e, em 25 de junho de 1950, a Coréia do Norte atacou a do sul.

                 Sob a pressão dos EUA, a ONU enviou tropas internacionais, comandadas pelo general norte-americano Douglas MacArthur. Os soviéticos não se envolveram diretamente no conflito, mas prestaram auxílio militar aos norte-coreanos. Temendo que o conflito se transferisse para seu país, Mao Tsé-tung declarou-se contrário à guerra.

                Nessa circunstância, o governo dos EUA decidiu negociar a paz. Depois de cerca de 3 milhões de vidas perdidas, foi assinado em 27 de julho de 1953 o acordo de paz que pôs fim à guerra e confirmou a divisão da Coréia, feita em 1948.   
A tensão entre as duas nações coreanas de certa forma não chegou a um ponto final. Mas o lado Norte por ter usufruído apoio durante o bloco socialista, melhorou seu país na saúde, educação e no desenvolvimento de tecnologia bélica e nuclear. Entretanto, a Coréia do Sul consolidou-se na economia capitalista.



          





FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO COLONIAL PORTUGUESA

              Se era necessário que a terra colonizada fosse inserida no contexto do mercantilismo, ou seja, que gerasse lucros para a metrópole lusitana, por outro, era preciso garantir que as riquezas do Novo Mundo atravessassem o Atlântico e aportassem em terras portuguesas. Para isso, era fundamental criar uma máquina administrativa eficiente, que garantisse ao rei o recebimento de seus lucros.

                           Ao observar como funcionava a máquina administrativa colonial, percebemos a transposição para o nosso continente do absolutismo, sistema político predominante na Europa da Idade Moderna, que se caracterizava pela concentração de poderes nas mãos do monarca. Na América, o rei era representado por funcionários metropolitanos, pessoas de sua confiança, com plenos poderes para agir contra qualquer um que prejudicasse os interesses reais. 

                           Toda atitude de um súdito que prejudicasse (lesasse)  o rei (majestade) era considerada CRIME DE LESA MAJESTADE. Entre esses crimes incluíam-se injúrias, ofensas pessoais, sonegação de impostos, comércio ilegal de produtos que pertenciam ao exclusivo real., conspiração contra o trono ou a vida do rei.      

quinta-feira, 11 de abril de 2013



COLONIZAÇÃO: AS DUAS FACES DE UMA MESMA HISTÓRIA 



            A colonização da América é um tema que comporta opiniões que se contrapõem: para uns, foi um acontecimento benéfico, que trouxe avanços tecnológicos para as sociedades que viviam em condições pré-históricas; para outros, foi um crime contra as populações nativas da América. Devemos observar que a cultura ocidental não era sinônimo de felicidade humana, nem os índios eram anjos que viviam no paraíso terrestre. Um fato nenhuma análise pode negar: os indígenas não tiveram escolha.

         
   
O SENTIDO DA COLONIZAÇÃO PARA OS EUROPEUS

          A colonização marítima foi realizada em conjunto pela realeza e pela burguesia europeias. Para esses dois segmentos , a colonização teve, desde o início, a função de expandir seu poder econômico e político. Os reis queriam mais poder político, acompanhado de mais impostos; a burguesia queria ampliar os investimentos e obter maiores lucros.
          Para as elites europeias, a expansão geográfica tinha sentido de expansão de respectivos poderes. A colonização foi um projeto mercantilista .

A colônia poderia ter minérios ou oferecer produtos de boa aceitação no mercado europeu. Logo, a posse de uma ampla área colonial poderia significar a acumulação de metais amoedáveis e a obtenção de muitos produtos para serem vendidos nos grandes centros de comércio. A colônia funcionava como um complemento da economia metropolitana, por isso não tinha vida econômica própria. Na colônia não havia liberdade de comércio, somente os agentes autorizados pelo rei tinham o direito de comprar mercadorias dos produtores. Portanto, eles impunham o preço da compra.

          Em quase toda a América vigorou a colonização de exploração : o povoamento e a ocupação das terras tinha como objetivo principal extrair ou produzir riquezas que eram levadas para a Europa. Não havia interesse em desenvolver internamente a colônia. Os próprios colonos (portugueses e espanhóis) vinham para a América com a intenção de enriquecer e voltar à Europa levando fortunas. O importante é entender que essa era a maneira como os europeus viam as colônias americanas.

   
           

quinta-feira, 4 de abril de 2013


ESTRUTURAS POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL DO FEUDALISMO 

 

As estruturas feudais começaram a se delinear no contexto da crise romana do século III. Suas principais características são: o retorno ao campo e o abandono  do comércio como principal atividade econômica: a concentração de terras, ou o predomínio das grandes propriedades; e o predomínio do trabalho servil.
                A estrutura política fundamentava-se na relação de SUSERANIA e VASSALAGEM, caracterizada pela dependência e pelo compromisso de fidelidade firmado entre dois senhores. Era um pacto militar no qual o VASSALO se colocava sob a dependência e proteção do SUSERANO, a quem jurava fidelidade política e militar.
O vassalo recebia um feudo sobre qual exercia autoridade exclusiva. A figura do REI, também chamado de SUSERANO MAIOR, não foi extinta, mas o monarca deixou de exercer seu poder em várias esferas da vida do reino. A descentralização política levou o desaparecimento da moeda única para todo o reino, à desarticulação do exército nacional e à formação de milícias particulares a serviço dos senhores feudais.

                A economia feudal baseava-se na atividade agrícola e a terra era o principal fator de riqueza.  Nas vastas extensões de terras denominadas de FEUDOS, praticavam-se a agricultura de SUBSISTÊNCIA.
 o   A propriedade era dividida em DOMÍNIO ou MANSO SENHORIAL que pertencia exclusivamente ao senhor feudal;   O MANSO SERVIL, onde os servos praticavam a agricultura de subsistência;  O MANSO COMUNAL, formado pelos bosques e pastagens;

      A sociedade era formada por dois grupos: OS PROPRIETÁRIOS e os TRABALHADORES, que, em geral servos da gleba. Na classe dos proprietários estavam os NOBRES e o CLERO; o restante da sociedade era formado, basicamente, por SERVOS. Cada um desses grupos exercia uma função social claramente explicita na conhecida definição da sociedade feudal:

o   Os que rezam (CLERO);
o   Os que combatem (NOBRES);      
o   Os que trabalham (SERVOS);

A sociedade era ESTAMENTAL, ou seja, nela não havia mobilidade social. O senhor feudal era o único proprietário do feudo e tinha o direito de controlar a vida das pessoas que viviam em suas terras. Como a Igreja Católica era uma grande proprietária de terras, muitos bispos e cardeais exerciam as funções de senhores feudais.
Os servos realizavam o trabalho que sustentava a estrutura feudal e estavam presos à terra em que viviam. Pagavam muitos impor e pesados impostos, como a CORVÉIA (trabalho gratuito no manso senhorial), a TALHA (parcela da produção do manso servil destinada ao senhor), o tostão de Pedro (pagamento feito à Igreja) e as BANALIDADES (pagamento pelo uso de moinho, do forno e o celeiro). Submetidos a tantos encargos, viviam na miséria, e a desnutrição permanente explica o grande número de epidemias. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Era Feudal

Tio dos Jogos - Era Feudal 
Um jogo de história bem legal  sobre feudalismo e a manutenção de um feudo.




AS GRANDES NAVEGAÇÕES 

          A expansão marítima foi um grande empreendimento econômico e político que envolveu grande volume de dinheiro e necessitou de muita dedicação do Estado. Sua realização só foi possível graças a criação do Estado Nacional e da aliança entre o rei e a burguesia.

          O grande impulsionador da expansão marítima foi o comércio de produtos do Oriente, como as  especiarias (canela, cravo, pimentas, jóias, perfumes, tecido de sede e outros) além da necessidade de encontrar metais amoedáveis, condição indispensável para manter o comércio ativo.

          Os portugueses foram os  pioneiros no projeto expansionista e optaram por um caminho que contornava a África denominado de périplo africano ou ciclo oriental de navegações. Enquanto não chegavam a Calicute (na Índia), tanto a burguesia quanto a família real portuguesas lucravam com a exploração da África. Além de  minérios como o ouro e o cobre, do marfim, dos tecidos e do sal, os lusitanos tinham grande interesse no comércio de escravos.

         
     

          Houve grande esforço no desenvolvimento das técnicas de navegações a fim de superar os obstáculos encontrados nas grandes viagens oceânicas. O mais importante centro de estudos náuticos ficava em Sagres, no extremo sul de Portugal, onde vivia o príncipe Henrique, o navegador. Houve um significativo aperfeiçoamento na cartografia, que é a técnica de desenhar mapas, e dos estudos astronômicos. Foram construídas embarcações resistentes e ao mesmo tempo leves, pois a navegação dependia dos ventos.
Instrumentos como a bússola e o astrolábio, foram aprimorados e adaptados para longas viagens pelo mar.

          A expansão marítima provocou uma mudança no eixo do comércio europeu que favoreceu os países com a costa voltada para o Atlântico, como Portugal, Espanha, Holanda, Inglaterra e França. Ao processo de ampliação do comércio que se deu após a transferência  do eixo econômico do Mediterrâneo para o Atlântico denominamos REVOLUÇÃO COMERCIAL.    

sábado, 30 de março de 2013




MERCANTILISMO 


O mercantilismo foi um conjunto das teorias e práticas de intervenção econômica, surgidas na Europa a partir do século XV, cujas principais características eram:

METALISMO ou BULIONISMO: Entesouramento de moedas, derivado da tese de que quanto maior fosse a quantidade de metais acumulados mais rico seria o país.

BALANÇA COMERCIAL FAVORÁVEL: Manutenção da balança comercial em superávit, exportando mais e importando menos.

PROTECIONISMO ALFANDEGÁRIO:  Manutenção de taxas alfandegárias elevadas, para desestimular as importações.

DEFESA DA PRODUÇÃO NACIONAL: Incentivo à produção nacional, sobretudo de artigos que concorriam vantajosamente no mercado internacional.

INCENTIVO DEMOGRÁFICO: Com o objetivo de formar um mercado de mão-de-obra amplo o suficiente para baixar o custo do trabalho.

INTERVENÇÃO  DO ESTADO NA ECONOMIA: Para colocar em prática as características citadas anteriormente, tinha de haver a participação do Estado. Essa prática era aceita e incentivada pelos comerciantes porque criava condições favoráveis à produção e à exportação de mercadorias. 

Na época que estamos analisando, os reis queriam grandeza, e os comerciantes, riqueza. Para aumentar o seu poder, os reis precisavam de exércitos bem organizados e bem armados, o que exigia muito dinheiro, e naquele momento a melhor forma de obter esses recursos era incentivar o comércio afim de aumentar a arrecadação de impostos.

Esse contexto expressa a profunda articulação entre a economia e a política no período mercantilista. A concordância de interesses resultou em uma mais bem-sucedidas alianças entre a política e economia: a aliança entre o rei e a burguesia. Essa aliança foi responsável pela a EXPANSÃO MARÍTIMA, a criação do ESTADO NACIONAL, a consolidação do CAPITALISMO e pelo fortalecimento do poder real (que derivou no ABSOLUTISMO) e pelo poder econômico da BURGUESIA.  

                                    


                                                                                       
 
 RENASCIMENTO CULTURAL  



As mudanças ocorridas no final da Idade Média não se deram apenas na economia e na política. Também o pensamento passou por muitas transformações, responsáveis, entre outros acontecimentos, pelo Renascimento Cultural.

Durante a Idade Média, a alegria, o prazer e o riso eram associados às forças inferiores, tanto do ser humano como do mundo sobrenatural.Questionamentos de ordem intelectual ou tentativas de desvendar o funcionamento da natureza eram encarados como HERESIA ou BRUXARIA. 
O Renascimento representou a redescoberta do conhecimento e do estudo fora do âmbito do que era permitido pela Igreja. O termo Renascimento deve ser entendido como retomada (renascer) do estudo de textos da cultura clássica greco-latina.

Os renascentistas preocupavam-se principalmente com questões ligadas à vida humana. Por isso, o movimento associa-se ao HUMANISMO. É preciso salientar, porém, que a valorização da pessoa não significou uma ruptura com a religião; os humanistas não invalidaram a ideia criacionista, segundo a qual Deus criou a Terra e as pessoas. o que houve foi na relação  entre esses elementos do pensamento corrente da Idade Média. 

O Humanismo passou a identificar aqueles que analisavam de forma crítica as condições sociais, buscando uma outra maneira de viver, distanciada do universo mágico e sombrio da Idade Média e mais condizente com a realidade social. O Renascimento foi essencialmente um movimento urbano. 
      




sexta-feira, 1 de março de 2013


                Fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro







Os franceses tentaram se estabelecer no (hoje) Rio de Janeiro, fundando ali um povoamento que se chamou França Antártica. A invasão francesa trouxe complicações para a Coroa lusitana, pois os franceses souberam como cativar os índios (tamoios). Nicolau Durand de Villegaignon, sabendo que a escravidão do índio causava profunda revolta nos nativos, impediu que os colonos os explorasse, tendo conquistado dos silvícolas a amizade e estima e, ao mesmo tempo, o apoio na luta contra os portugueses. 

Em 1558, chegou ao Brasil um novo governador-geral. Mem de Sá, começando a elaborar planos para expulsar os franceses, foi nesse ínterim que recebeu seu sobrinho Estácio de Sá parar tentar acabar, de uma vez por todas, com a França Antártica. A sua primeira providencia foi fundar um pequeno povoado para abrigar suas tropas, entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar. Nesse povoado, que deu origem a atual cidade do Rio de Janeiro. Após um período de luta, em 1º de Março de 1565 era fundada a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (nome dado em homenagem ao então rei de Portugal, D. Sebastião), se tornando a segunda mais antiga cidade do país a ter este titulo primário. No mesmo ano, o governador-geral elege o sobrinho, como o primeiro governador do Rio de Janeiro.